
Conheça nossos artistas

É artista visual, artesã, gestora e oficineira. Viveu boa parte de seus anos em Propriá/SE, cidade às margens do Rio São Francisco, onde teve os primeiros contatos com a arte em seu bairro. Formada em Engenharia Civil, retomou a trajetória artística, passando a se dedicar à xilogravura. Como artista, participou de diversas mostras coletivas, realizando sua primeira exposição individual em 2025. Sua produção reflete afetos, memórias e o cotidiano urbano. Ministrou oficinas de gravura. Desenvolveu identidade visual de projetos. Como gestora, atuou na equipe de produção de projetos culturais.

Karine Varjão é ceramista que transforma a argila em narrativas visuais. Inspirada pela cultura popular, pela terra do São Francisco e pelas memórias do sertão, produz luminárias, painéis, objetos de arte e instalações que mesclam engobes, texturas e relevos. Sua pesquisa valoriza a argila carrapicho e explora temas como território, ancestralidade e resistência.

Aline Viana T. (1983) nasceu em Volta Redonda, Rio de Janeiro, foi criada no interior de Minas Gerais e, atualmente, reside em Aracaju, Sergipe. Graduou-se em História pela UFV, é mestra em História (da Arte) pela UFJF.
Seus enfrentamentos artísticos referem-se ao campo do território, da memória, dos dilemas sociais contemporâneos, debatendo com a tradição da história da pintura de paisagem brasileira.
Atua na representação dos biomas nacionais buscando fomentar a reconexão do indivíduo com a natureza do país mais biodiverso do mundo. Crê na sucessão de eventos: conhecimento, reconhecimento, pertencimento, valoração e preservação.
Utiliza-se da técnica do lápis de cor como forma de debater e combater a impetuosa velocidade posta pelo sistema capitalista, com uma maneira vagarosa de ver e representar o mundo ao redor. E, ainda, como meio de criar imaginários possíveis, buscando democratizar o acesso ao fazer artístico.

Maria Góis nasceu em 9 de novembro de 1935, em Nossa Senhora da Glória, no sertão sergipano. Sua trajetória artística nasce das impressões deixadas por uma visita a um arquipélago africano e se desenvolve tendo como casa o imaginário sertanejo e nordestino.
Durante uma viagem a Cabo Verde, na África, encantou-se com a história e a cultura daquela região. A visita ao arquipélago revelou sua vocação artística. Ao retornar, bordou aquilo que havia visto e sentido. Desse gesto surgiu seu primeiro quadro bordado, marcando o início de uma produção que transforma lembranças em imagens e histórias em fio e tecido.
Ao se aposentar, passou a dedicar-se exclusivamente à arte, produzindo quadros bordados que retratam sua trajetória e sua relação com o Nordeste, Sergipe e o sertão. Em suas obras aparecem paisagens, casas, árvores, animais e cenas de sua história, compondo uma narrativa sobre a vida no sertão e sobre os afetos que atravessam o tempo.

Arquiteta, natural do Rio de Janeiro, residente em Aracaju/SE há mais de 30 anos, viveu fora do Brasil por 10 anos, em Singapura, onde estudou Arte e se graduou guia em museus de Arte Asiática/Arquitetura. De volta a Aracaju retomou seu trabalho em Arquitetura e Design de Interiores e iniciou uma nova atividade, bordado de peças decorativas como quadros e almofadas.

Paulo Hora, nasceu em Aracaju em 1988, auto didata iniciou seus trabalhos com 6 anos de idade pintando aquarela e posteriormente acrilico. Em 2006 iniciou os trabalhos com cerâmica fria passando logo após para o trabalhos em barro. Atualmente produz suas obras em técnica mista em madeira e barro mantendo ainda seus trabalhos na pintura em acrilico sobre tela.

Arturo Abuawad transita com maestria entre a precisão do bisturi e a fluidez do pincel. Médico cirurgião por vocação e formação, ele encontra na técnica e no rigor da medicina o equilíbrio para sua expressão artística como aquarelista.
Sua trajetória é marcada por essa dualidade complementar: enquanto a cirurgia exige exatidão e controle, a aquarela permite a exploração da transparência, da luz e do imprevisível. Para Arturo, a arte e a medicina compartilham um objetivo comum: o olhar atento aos detalhes e a busca constante pela harmonia, seja na restauração da saúde ou na criação de uma obra sobre o papel.
Esta sensibilidade única faz de seu trabalho uma ponte entre a ciência e a estética, revelando um profissional que dedica sua vida a cuidar e a contemplar as nuances da existência humana.

Rita Gama é uma profissional que une a exatidão da ciência à delicadeza do trabalho manual. Biomédica por formação, ela dedica seu dia a dia ao universo das análises e do rigor técnico, onde o detalhe e a precisão são fundamentais para compreender a vida em sua escala microscópica.
Fora do ambiente laboratorial, Rita expressa sua criatividade e sensibilidade como artesã. No artesanato, ela encontra o espaço ideal para transformar matéria-prima em peças únicas, aplicando a mesma paciência e atenção minuciosa que utiliza em sua carreira científica, mas agora sob a liberdade das formas e das texturas.
Sua trajetória reflete um equilíbrio raro: o olhar metódico da pesquisadora que não abre mão do toque acolhedor e expressivo da arte feita à mão. Rita Gama é a prova de que a lógica e a criatividade podem caminhar juntas, resultando em um trabalho que cuida e encanta ao mesmo tempo.
Natural de Presidente Dutra, Maranhão, iniciou seu interesse pelas artes ainda no colégio, em São Luiz atraves do bordado. Em Aracaju, fez curso de desing de interiores e iniciou seu desenvolvimento nas técnicas de pintura oleo sobre tela e em cerâmicas.


Natural de Aracaju/ Sergipe além de atuar como médico e empresario seu interesse pelas artes esteve sempre presente em sua vida, sendo um colecionador de obras de arte das diversas modalidades e um efetivo apoiador e incentivador de artistas de vários estados.
Inspirado desde a infância pelas histórias, lendas e saberes do sertão, sua arte celebra a vida, a natureza e o universo simbólico do povo de Nossa Senhora da Glória.
Trabalhando principalmente com madeira, muitas vezes reaproveitada, ele representa a memória, os costumes e os sonhos do sertanejo, ao mesmo tempo em que reinventa esses elementos. Sua produção também inclui gravuras e serigrafias coloridas, mantendo sempre uma profunda conexão com a cultura e as tradições populares.


Artista Visual natural da Bahia, desde a infância nutre profundo encantamento pelas artes e trabalhos manuais. Desenvolveu sua produção com a técnica do Pontilhismo, com mais de 1000 mandalas criadas e distribuídas pelo país. Atualmente reside em Sergipe, onde vem desenvolvendo seu trabalho com a pintura em tela, madeira e modelagem em cerâmica. Seu olhar artístico se norteia na presença de elementos que traduzem harmonia e espiritualidade e seus estudos se relacionam com o local e a mensagem transmitida com o passar dos anos.